Chilenos<br> recordam Gladys
Milhares de chilenos participaram, domingo, numa marcha que percorreu as ruas da capital do país, Santiago do Chile, agendada para assinalar o primeiro aniversário da morte de Gladys Marín, antiga secretária-geral do PC do Chile.
Ao longo dos cerca de cinco quilómetros de comprimento da manifestação, as mensagens de reconhecimento do papel da ex-dirigente comunista na luta pela liberdade multiplicavam-se.
Para além de uma sentida homenagem, a iniciativa foi ainda uma demonstração da força e da vontade popular pelo cabal estabelecimento da democracia no país, processo inacabado e que continua ameaçado pela direita. Mesmo depois do seu desaparecimento, Gladys continua a animar milhares de pessoas na persecução da luta, prova de que o seu desaparecimento físico não apaga o exemplo e os ideais de uma vida dedicada à destruição da exploração do homem pelo homem.
Ao longo dos cerca de cinco quilómetros de comprimento da manifestação, as mensagens de reconhecimento do papel da ex-dirigente comunista na luta pela liberdade multiplicavam-se.
Para além de uma sentida homenagem, a iniciativa foi ainda uma demonstração da força e da vontade popular pelo cabal estabelecimento da democracia no país, processo inacabado e que continua ameaçado pela direita. Mesmo depois do seu desaparecimento, Gladys continua a animar milhares de pessoas na persecução da luta, prova de que o seu desaparecimento físico não apaga o exemplo e os ideais de uma vida dedicada à destruição da exploração do homem pelo homem.